segunda-feira, 15 de junho de 2009

Curso sobre “Comportamento do Fogo e Segurança Pessoal no Combate aos Incêndios Florestais” (20 Junho)‏

Vai-se realizar no próximo dia 20 de Junho de 2009, no Auditório Vergílio António Pinto de Andrade na Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB), o Curso sobre “Comportamento do Fogo e Segurança Pessoal no Combate aos Incêndios Florestais”, promovido pelo Núcleo de Protecção Civil (NPC) da ESACB), em parceria com a ADAI – Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial. Sendo esta uma instituição ligada ao Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Coimbra, sob coordenação do Prof. Dr. Domingos Xavier Viegas, que através do seu Centro de Estudos Sobre Incêndios Florestais (CEIF) na Lousã tem nos últimos anos vindo a desenvolver um longo trabalho de investigação nesta área dos incêndios florestais.

Esta iniciativa é aberta a todos os interessados, desde Bombeiros, Força Especial Bombeiros, Sapadores Florestais, gabinetes municipais de Protecção Civil, gabinetes Técnicos Florestais, jornalistas, entre outros agentes protecção civil.

O preço das inscrições, com refeição incluída, é o seguinte: sócios do NPC - 15 €; Bombeiros e alunos 25 €; outros participantes 40€.

Fonte: http://www.esa. ipcb.pt/index. php?option= com_content& task=view& id=436&Itemid= 2

Luís da Costa Carvalho | Geógrafo
Serviço Municipal de Protecção Civil | Câmara Municipal da Amadora
Av. Movimento Forças Armadas n.º1 | 2700-595, Amadora - Portugal
Tel. +351 21 494 55 73 | luis.carvalho@ cm-amadora. pt

Portugal sem fogos depende de todos.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Vigilantes Florestais (m/f)(08-06-09)


Email Imprimir Texto A A A

Anónimo

Zona Lagos, Faro



Tipo: Tempo Inteiro

Referência # 746496

Anúncio:

A VEDIOR Recursos Humanos recruta para empresa cliente em Lagos: VIGILANTES FLORESTAIS.

Requisitos:


- Experiência profissional em combate a incêndios (passagem por uma corporação de bombeiros preferencialmente);


- Formação em acções de combate a incêndios (preferencialmente);


- Habilitação compatível com a função a desempenhar;


- Espírito de Equipa;


- Idade e Robustez física adequada;


- Disponibilidade total e imediata.

Oferecemos:


- Condições salariais atractivas: Vencimento Base + Sub. Alimentação;


- Disponibilidade para escala de serviço rotativa e para actuar além do horário regulamentar;


- Contrato de trabalho;


- Entrada Imediata.

Local de Trabalho: Concelho de Lagos.

Se reúne os requisitos pretendidos, envie o seu currículo, ou dirija-se às nossas instalações:


Vedior Recursos Humanos


Rua António Dias Cordeiro n.º 1


8500-559 Portimão


Tel: 282 40 51 80


Fax: 282 40 51 89


E-Mail: Cand.portimao@vedior.pt


WWW.VEDIOR.PT


domingo, 7 de junho de 2009

Prevenção dos incêndios pode hipotecar biodiversidade das florestas


07.06.2009
Nicolau Ferreira
A prevenção dos incêndios pode pôr em perigo a biodiversidade das florestas. Parece ser uma antítese, mas um artigo publicado recentemente por um biólogo e especialista em insectos português dá o alerta para a pouca consideração que as espécies vivas e em particular os insectos têm na legislação portuguesa criada para minimizar o risco dos fogos.
No início do mês, um especialista norte-americano que esteve em Portugal para avaliar como o país se preparou para nova época de incêndios avisou que este Verão podia ser um pesadelo para os bombeiros e todas as populações que vivem nas imediações da floresta. Há matagal nas florestas portuguesas suficiente para uma repetição das catástrofes que ocorreram em 2003 e 2005, depois de um Inverno e uma Primavera especialmente secos.

José Alberto Quartau, entomólogo da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, é o primeiro a recordar-se do problema dos incêndios que é típico do clima do Sul da Europa, mas não deixa de criticar o Decreto-Lei n.º 124/2006, onde são estabelecidas as regras para a limpeza das florestas. "A lei parece-me bem feita, mas apenas se preocupou com a prevenção dos incêndios, um problema gravíssimo no Mediterrâneo"

, explica o entomólogo, mas há falhas, falta "estabelecer normas da conservação da biodiversidade".

O que o investigador teme é o impacte que uma limpeza excessiva e desregrada do subcoberto vegetal - toda a vegetação mais rasteira que cresce por baixo das árvores que é o principal habitat dos insectos - poderá ter na sobrevivência das espécies de insectos. A preocupação deu origem a um artigo de opinião que o investigador enviou para a revista científica Journal of Insect Conservation no final de 2007 e que foi publicada primeiro numa versão on-line em Julho do ano seguinte e que agora saiu na revista impressa.

A lei define duas escalas para as áreas de gestão. Os cobertos florestais com mais de 500 hectares - um quadrado com mais de 2236 metros de lado - terão que ser separados por faixas de terreno com a largura de 125 metros onde todo o coberto vegetal terá que ser removido. Áreas que não sejam maiores do que 50 hectares - um quadrado com 707 metros de lado - terão que ser separadas por faixas com um tamanho entre dez e 50 metros, nos casos de maior risco de incêndios poderá ir até aos cem metros.

O tamanho das faixas de separação será de acordo com o que existe nas extremidades do coberto vegetal: ruas, caminhos-de-ferro, edifícios, aldeias. Apesar destas limitações, Quartau tem medo da aplicação da lei. "Na prática, quem limpa, rapa tudo. Contrata uma empresa que não tem directivas ecológicas e limpa o mato todo", alerta. E é na continuidade deste processo, que pode ser ainda mais violento quando o material resultante está destinado à ser utilizado como biocombustível - o que está previsto na mesma lei -, que critica a falta de visão de quem fez a lei.

"A floresta só com árvores é uma abstracção", explica o investigador e antigo professor. A floresta é um ecossistema e "se esse ecossistema é formado pelas árvores e por todos os intervenientes que estão em relações muito estreitas de co-evolução isso quer dizer que de algum modo, durante milhões de anos, esse conjunto é fundamental".

O subcoberto tem importância para manter o equilíbrio da floresta. É aqui que entram uma série de processos de decomposição, produção de húmus, onde os insectos têm uma importância grande. A intensidade com que se limpa o subcoberto pode eliminar populações e espécies de insectos, muitas delas endémicas.

Ao diminuir esta diversidade, as espécies sobreviventes, agora sem os seus inimigos naturais, tornam-se pragas e um ecossistema que antes funcionava bem, era produtivo, torna-se vulnerável. José Alberto Quartau atira com o exemplo clássico da cigarra que destruía as vinhas da Califórnia: "Quando se deixava estar vinhas não tão puras e com silvados encostados, as cigarras não eram praga." Os silvados eram o habitat de "vespinhas minúsculas" que passavam lá o Inverno. Quando as cigarras irrompiam na Primavera e atacavam as folhas das vinhas, eram imediatamente controladas pela espécie de vespa.

Uma lei do século XXI

No artigo de opinião, Quartau descreve alguma da biodiversidade de insectos que se conhece e muita que falta conhecer em Portugal e aponta direcções para a conservação das espécies, como a forma e o tamanho dos cobertos vegetais ou as dimensões que separam uma mata de outra. Mas, para o investigador, é urgente pôr todas as áreas da biologia a discutir a prevenção.

"O que nós precisamos é de uma lei que faça a prevenção dos incêndios sem danos à biodiversidade. Em termos absolutos, isso é impossível", por isso Quartau defende que se deve reunir pessoas com conhecimento sobre incêndios e sobre biodiversidade.

"Uma lei do século XXI deve aproveitar tudo o que sabemos e nunca descurar a parte ecológica."

Ecosfera

RELAÇÃO ENTRE A QUALIDADE DA PAISAGEM E O RISCO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS

Resumo em Português: A qualidade de uma paisagem é um atributo intrínseco de um território. A fragilidade depende do tipo de atividade que se desenvolve nesse território. Regiões com baixo valor paisagístico podem apresentar condições que favoreçam a propagação de incêndios, em função das características do material combustível oriundas da cobertura vegetal, relevo e condições meteorológicas. Uma paisagem degradada é um ambiente frágil, podendo permitir a ação de agentes externos, como a erosão, as pragas e o fogo. O objetivo deste trabalho foi buscar uma relação entre a qualidade da paisagem e o risco de incêndios florestais, usando métodos de valoração da qualidade e da fragilidade da paisagem, baseados em mapas descritivos de uma região. A área estudada foi a Fazenda Brejão, propriedade da Empresa Vallourec & Mannesmann, localizada em Brasilândia, Minas Gerais. Os resultados indicam boa correlação entre a qualidade da paisagem e o risco de incêndios florestais, sugerindo que a valoração da qualidade da paisagem pode ser uma ferramenta importante para o zoneamento do risco de incêndios.
Palavras-chave em Português: Fragilidade da paisagem, valoração da paisagem, zoneamento de risco, incêndio florestal

Resumo em Inglês: Relationship between landscape quality and forest fire risk. The landscape quality is an intrinsic attribute of a territory. The fragility of the landscape depends on the type of activity developed in this territory. Regions with low landscape quality can present conditions that favor the fire spread, in function of the forest fuel, existing vegetal covering and characteristics of meteorological conditions. A degraded landscape is a fragile environment, being able to allow the action of external agents as the erosion, the plagues and forest fires. The objective of this work was to search a relation between landscape quality and forest fire risk, using methods of landscape quality and fragility evaluation, based on descriptive maps of a region. The studied area was the Brejão Farm, property of the Company Vallourec & Mannesmann, located in Brasilândia, Minas Gerais state. The results indicate a good correlation between the landscape quality and the forest fire risk, suggesting that the landscape quality can be an important tool for the refinement and zoning of the fire risk. Keywords: Landscape fragility; landscape valuation; mapping.
Link

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O risco de o país voltar a arder como em 2003 ou 2005 é cada vez maior


02.06.2009
Ana Fernandes

O que ardeu em 2003 e em 2005 já está pronto para voltar a arder, com a agravante que o que está no terreno propicia a evolução das chamas ainda mais rapidamente, alertou hoje Mark Beighley, consultor norte-americano que esteve duas semanas em Portugal para avaliar como o país se preparou para os incêndios. O pior, sublinha, é que o sistema de combate que entretanto se montou ainda não foi testado, um risco “que não deve ser subestimado”.

Num congresso organizado pela Portucel, Beighley – que percorreu o país após os anos catastróficos de 2003 e 2005, deixando sugestões, e agora voltou para avaliar o que foi feito – alertou que o risco de se voltar a ter um ano atípico, em que ardem mais de 250 mil hectares, é cada vez maior. A probabilidade “aumentou de um em oito anos para um em quatro.”

As razões ambientais – condições meteorológicas severas – explicam parte do problema. Mas não só. “O povo português é o problema”, diz. Porquê? “Porque 97 por cento das ignições são causadas pelo homem, um número largamente superior ao que existe nos países vizinhos.”

Beighley elogiou o esforço feito no reforço do sistema de combate. Mas salientou que esta aposta só deveria existir como último recurso, quando todas as outras falham. O segredo está na prevenção, pelo que o tratamento de combustíveis na floresta tem de ser alargado e deve haver um esforço, desde a escola, para educar sobre o uso do fogo nos espaços rurais, "o que deverá levar uma geração".

Só que, mesmo em relação ao combate, nem tudo está bem: “A floresta é a última prioridade, depois das vidas e das propriedades.” Assim sendo, a probabilidade de os grandes incêndios florestais no interior se descontrolarem é elevada já que os meios estão sobretudo vocacionados para o interface entre as populações e as florestas.

“O combate melhorou e em anos com condições meteorológicas normais ou abaixo do normal, em que os fogos estejam em zonas costeiras,urbanizadas, os meios devem responder de forma eficiente, mas mesmo em anos normais, as forças de combate podem ter problemas em responder a grandes incêndios nas zonas rurais”, disse.

Sublinhando que o sistema de combate ainda não foi testado num ano normal – “todos concordam que 2007 e 2008 foram benignos” -, o consultor americano com 34 anos de experência em gestão florestal e de incêndios para o Governo dos EUA afirmou que o risco do sistema não funcionar em condições extremas não deve ser subestimado.

Beighley elogiou que já exista um embrião para a defesa estrutural da floresta, apostando na prevenção, mas lembra que os combustíveis estão a acumular-se a uma velocidade extraordinária, e que o tempo urge. “Falei com populações, bombeiros e técnicos e todos concordam que o que ardeu em 2003 e 2005 está pronto para arder outra vez, só que mais rapidamente porque hoje são matagais”, adiantou. Ecosfera

terça-feira, 5 de maio de 2009

Câmara de Baião vai criar duas brigadas móveis de vigilância contra incêndios




30.04.2009
Lusa, PÚBLICO

A Câmara Municipal de Baião anunciou hoje a criação de duas brigadas móveis de vigilância contra incêndios. As equipas, com cinco elementos cada, serão accionadas sempre que forem emitidos alertas de risco dos graus amarelo, laranja ou vermelho.

Os elementos das equipas, recrutados entre os bombeiros do concelho (Baião e Santa Marinha do Zêzere), vão patrulhar diariamente dois dos nove percursos escolhidos.

Estas duas brigadas reforçam um esquema de vigilância nocturno, criado em 2007, porque este ano deverá ser especialmente difícil devido ao combustível florestal acumulado nos últimos anos, explicou o presidente da Câmara José Luís Carneiro.

A autarquia anunciou ainda que celebrou um protocolo para a limpeza de 20 quilómetros de vias municipais com uma associação florestal da região. Além disso, vai executar em breve um plano de fogo controlado na Serra do Marão, nas freguesias de Teixeira e Teixeiró.

O plano, já aprovado pela Autoridade Florestal Nacional, prevê a queima de 256 hectares de mato, medida que contribuirá para a diminuição da matéria combustível numa zona sensível da serra e também para rejuvenescer os pastos para os muitos rebanhos de ovelhas e cabras das aldeias daquela zona do Marão.

O período crítico para os incêndios é de 1 de Julho a 30 de Setembro. Mas, segundo o presidente da Câmara, “nos períodos anteriores e posteriores (ao tempo crítico) há um aumento anormal do número de queimadas, o que origina um grande número de incêndios florestais”.

No final de Março, o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, garantiu que estão disponíveis “os meios necessários” para combater os incêndios florestais. Actualmente, está em curso a fase Alfa, que começou a 1 de Janeiro e terminará a 14 de Maio. Para esta fase estão mobilizados 3813 bombeiros, 904 veículos e dois helicópteros permanentes.
Ecosfera

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Palmela, Sesimbra e Setúbal apostam na prevenção de incêndios na Arrábida


29.04.2009
Lusa

As Câmaras de Palmela, Sesimbra e Setúbal, assinaram ontem um protocolo que regulamenta o funcionamento do Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal da Arrábida (GTFIA) das três autarquias, tendo como principal preocupação a prevenção de incêndios e a preservação da Arrábida.

O gabinete está em funcionamento desde o Verão de 2008 mas só agora foi assinado o protocolo de funcionamento daquele organismo, que irá receber um financiamento do estado de 4800 euros por mês.

Este gabinete intermunicipal deverá desenvolver estudos e as acções necessárias para a prevenção de incêndios florestais, bem como prestar todo o apoio às comissões municipais de defesa da floresta contra incêndios das três autarquias.

Na cerimónia de assinatura do protocolo, na Quinta de São Paulo, em Setúbal, a presidente da autarquia sadina, Maria das Dores Meira, garantiu o empenhamento dos municípios, apesar do alegado "apoio deficitário do Governo".

De acordo com a autarca setubalense, cada gabinete municipal deveria receber um valor mensal de dois mil euros e, conjuntamente, o gabinete intermunicipal das três autarquias deverá receber apenas 4800 euros por mês.

Maria das Dores Meira lembrou ainda que o ordenamento da floresta, a vigilância, o planeamento e a formação não são responsabilidades das autarquias, mas um papel do Estado. Mas assegurou que as três câmaras municipais assumem, "sem qualquer receio, a tarefa de contribuir de forma activa para a defesa da floresta". Ecosfera



domingo, 26 de abril de 2009

FIRESIG - SISTEMA DE SUPORTE A TOMADA DE DECISÃO PARA O COMBATE A INCÊNDIOS NO PARANÁ

Idioma principal do documento: Português
Idioma secundário do documento: Inglês

Resumo em Português: O FIRESIG representa um sistema de suporte a tomada de decisão para o combate a incêndios no Estado do Paraná. O FIRESIG atende as demandas específicas de atividades de monitoramento, prevenção e combate a incêndios. Os usuários institucionais do FIRESIG se referem ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paraná. O FIRESIG oferece ferramentas para: (i) entrada de dados de focos de calor, índice de vegetação e índice de risco de incêndio, (ii) espacialização, visualização e análise de focos de calor, (iii) identificação de recursos e infra-estrutura disponível para combate aos incêndios, (iv) atualização da base de dados dos recursos disponíveis para o combate aos incêndios, (v) determinação de melhores rotas de acesso aos incêndios. A utilização do FIRESIG reduz o tempo de resposta para o combate aos incêndios e auxilia a montagem de estratégias de combate. O FIRESIG é caracterizado como um sistema de suporte a tomada de decisão, robusto e de baixo custo para combate aos incêndios. Além do mais pode ser adaptado para ser utilizado em outros tipos de desastres ambientais.
Palavras-chave em Português: sistema de suporte a tomada de decisão, incêndios, SIG, desastres ambientais

Resumo em Inglês: The FIRESIG represents a decision support system for fire fight in the Paraná State. The FIRESIG meets specific demands for monitoring, prevention and fire fight. The system’s users are the Paraná Environmental Institute and the Paraná Civil Defense Coordination. The FIRESIG offers several tools for: (i) hot spots, vegetation index and fire risk index data input, (ii) mapping, visualization and hot spots analysis, (iii) identification of available resources and infrastructure for fire fight, (iv) data base update, (v) determination of firefight best routes. The use of FIRESIG reduces fire fight response time and helps the fire fight strategy definition. The FIRESIG can be considered as robust and a low price fire fight system. Additionally, the system can be adapted for use as a decision support system for other environmental disasters.
Palavras-chave em Inglês: decision support system, fires, GIS, environmental disasters

Link:

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Técnica de fogo controlado já ultrapassou 3500 hectares

15.04.2009
Lusa

O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Ascenso Simões, disse hoje que a técnica de fogo controlado para diminuir o risco de incêndio já ultrapassou este ano os 3500 hectares, objectivo inicialmente previsto.

Ascenso Simões, que falava aos jornalistas à margem da apresentação da Directiva Operacional Nacional, afirmou que a técnica de fogo controlado já foi aplicada em mais de 3500 hectares, tendo sido ultrapassado o objectivo previsto, e adiantou que provavelmente a área será duplicada. No entanto, o secretário de Estado sublinhou que só esta área "não chega", sendo necessário "eliminar algumas zonas".

A técnica de fogo controlado, que elimina a matéria combustível da floresta, é desenvolvida pelo Ministério da Agricultura e destina-se a tornar os espaços das florestas menos perigosos, uma vez que retira a carga mais facilmente inflamável, como o mato rasteiro e as espécies arbustivas que ardem mais facilmente.

Ascenso Simões explicou que actualmente é possível fazer acções de fogo controlado durante a fase "Bravo" de combate a incêndios florestais, entre 16 de Maio e 30 de Junho.

Devido às espécies existentes no Algarve o fogo controlado deve ser feito mais próximo do Verão, disse ao revelar que neste momento o Ministério da Agricultura está a fazer um plano específico para esta região, com o objectivo de utilizar esta técnica nos meses de Maio e Junho.

Segundo o secretário de Estado, o sistema de defesa de floresta contra incêndios veio permitir que as acções de fogo controlado sejam feitas nas fases mais críticas de incêndios, desde que sejam garantidas por técnicos credenciados e acompanhadas por forças da protecção civil. Ecosfera

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Incêndios: Governo lança campanha de sensibilização para limpeza de mato


01.04.2009
Lusa, PÚBLICO

O Governo vai lançar hoje uma campanha de prevenção dos incêndios florestais, através da sensibilização da população para a limpeza das áreas de floresta e mato.

A campanha decorre até 12 de Abril e lembra que "a maior parte dos incêndios florestais começa com um acto negligente e mato por limpar".

“É uma campanha que tem mesmo imagens dramáticas, de incêndios ocorridos no passado, em que se vêem casas a arder, pessoas a fugir, em que dizemos que a não limpeza das matas é crime e, portanto, devemos ter atitudes de precaução”, explicou Ascenso Simões, secretário de Estado das Florestas, à TSF.

O anúncio pede que as pessoas "limpem o mato e os caminhos à volta de casa como é obrigatório por lei". "Antes que seja tarde, antes que o atinja a si, limpe o mato e os caminhos à volta de sua casa", é uma das advertências.

A Associação de Técnicos de Segurança e Protecção Civil apontou, recentemente, a falta de limpeza das áreas florestais, com destaque para os parques naturais, como uma das causas da vaga de incêndios das últimas semanas.

O presidente da associação, Ricardo Ribeiro, referiu que com a chegada do bom tempo o material vegetal acumulado durante o Inverno acaba por secar, tornando-se num combustível fácil de atear, seja ou não por mão criminosa. "O grande problema destes incêndios é a falta de limpeza das florestas", disse Ricardo Ribeiro, destacando que o material vegetal acumulado torna-se ainda mais perigoso a partir de Junho quando as noites são menos húmidas e os dias mais quentes.

Ascenso Simões sublinhou à rádio que as multas a quem não limpa os terrenos têm vindo a aumentar. “O número de contra-ordenações levantadas pelas forças de segurança e que têm vindo a ser aplicadas pelos municípios têm vindo a subir muito, apesar de haver ainda municípios que não dão a atenção devida a esta questão”.

http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371981